Roda de Conversa com Leda Nagle
A Roda de Conversa, realizada pelo Sesc, foi no Teatro do Colégio
Cristo Redentor/Academia de Comércio (rua Halfeld, 1.179, Centro), e começou 19h.
Leda Nagle é jornalista e escritora. Atualmente comanda o programa Sem
Censura, na TV Brasil. Depois de concluir a faculdade de Jornalismo na
Universidade Federal de Juiz de Fora, mudou-se para o Rio de Janeiro,
onde construiu uma sólida carreira na mídia, tendo contribuído com
alguns dos mais importantes veículos de comunicação do país.
Ela transparece todo o conhecimento, e ao falar sobre educação, sugeriu o ensino de civilidade nas escolas para que as pessoas respeitem os outros no trânsito e não apenas na sala de aula.
Na visão dela quem quer contruir uma carreira consegue. E cada um encontra seu caminho não precisa se preocupar com mercado mas buscar o que gosta de fazer.
A Roda de Conversa, realizada pelo Sesc, foi no Teatro do Colégio
Cristo Redentor/Academia de Comércio (rua Halfeld, 1.179, Centro), e começou 19h.
O tema da conversa foi Relações entre arte, educação e mídia: o jornalista enquanto mediador. A mediação maravilhosa foi da
pesquisadora Gilze Bara.
Leda Nagle é jornalista e escritora. Atualmente comanda o programa Sem
Censura, na TV Brasil. Depois de concluir a faculdade de Jornalismo na
Universidade Federal de Juiz de Fora, mudou-se para o Rio de Janeiro,
onde construiu uma sólida carreira na mídia, tendo contribuído com
alguns dos mais importantes veículos de comunicação do país.
Emocionante conhecer uma jornalista que inspirou minha escolha profissional. O Sem Censura é um programa que assisto há muitos anos. Todo sucesso do programa parte de uma preparação enorme da profissional que estuda para entrevistar mas só faz as perguntas na hora para o bate-papo ficar espontâneo, como ela explicou.
E a sensação é a de que estamos juntos na conversa perguntando por ela. Tem muito conhecimento mas muitas vezes parece um programa leve da tarde. Isso motiva a jornalistar. Não tem que ser chato ou sério mas a fonte dá tudo de si e é esmiuçada com as questões e a participação de todos, inclusive do público.
Ela transparece todo o conhecimento, e ao falar sobre educação, sugeriu o ensino de civilidade nas escolas para que as pessoas respeitem os outros no trânsito e não apenas na sala de aula.
A jornalista de Juiz de Fora contou como faz para selecionar as fontes, que fica ligada em tudo o que acontece, assiste peças, participa de eventos e diante de personagens interessantes ela já convidou um médico da cidade fazendo compras depois de uma conversa informal. Ela respira o Jornalismo e o entrevistar é um processo vital, o programa representa o que ela é.
Sobre internet e os novos programas Talk Show, ela frizou que deve-se usar o controle remoto com o poder que ele permite. Tem espaço para tudo e quem seleciona é o expectador que muitas vezes reclama mas não pára de assistir.
Ela não tinha interesse em TV e enquanto aguardava uma contratação no impresso foi fazer uma experiência, se apaixonou pelo veículo e, somente no Sem Censura da TV Brasil são mais de 20 anos de sucesso.
Na visão dela quem quer contruir uma carreira consegue. E cada um encontra seu caminho não precisa se preocupar com mercado mas buscar o que gosta de fazer.
Foi emocionante abraçá-la, encontrar Gilze Bara, reencontrar colegas da Facom e conhecer Lucas Gabriel.

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