sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

AUDIOVISUAL

CINEMA 

Trabalho nota 100 para a disciplina Introdução ao Cinema - 4º período da Faculdade de Jornalismo


Análise feita em dupla.

Analisamos a sequência que vai de 1h39min52s até 1h49min52s do filme Santa Joana d´Arc (Joan  of Arc - EUA 1948) dir. Victor Fleming

Seu roteiro é baseado na história da heroína francesa Joana D´Arc. Nascida na França em 1412, foi no ano de 1429 que Joana D´Arc comandou os exércitos franceses, derrotando os ingleses. Com sua vitória, o Absolutismo francês consolidou-se. Em 1431 foi acusada de heresia e queimada viva.

O filme traz um figurino riquíssimo em detalhes e muito fiel às indumentárias dos anos 1400. Por isso, é uma ótima fonte de pesquisa sobre História do Vestuário. Foi um dos dois primeiros filmes a ganhar o Oscar de Melhor Figurino, na história do cinema.

Sinopse:

No século XV, quando a guerra entre França e Inglaterra já durava quase um século, uma jovem camponesa acredita que é chamada por Deus a expulsar o inimigo de seu país. Ela lidera os franceses em várias batalhas vitoriosas contra os ingleses, até que uma trégua é assinada entre os dois países. Mas ela se torna prisioneira política, é condenada por heresia, entregue aos ingleses e queimada. O filme é indicado a sete Oscars, incluindo melhor atriz, tendo ganhado os de Figurino e Fotografia

Neste trecho do filme temos a cena do primeiro julgamento a que Joana é submetida, podemos perceber nela que o plano usado, em sua maioria, é o geral, o que permite aos telespectadores ver todo o cenário que envolve a cena. Com esse plano podemos perceber que o diretor provavelmente quis mostrar em ``números`` que a acusada está em desvantagem se comparada a todos os membros da Igreja, ingleses e borgonheses, seus inimigos, que estão ali para sua apreciação.

Quando o objetivo é dar ênfase em um único personagem, é usado o primeiro plano, na pessoa que precisa de destaque. Isso ocorre nos momentos em que são identificadas as personalidades presentes.

A altura do ângulo também ajuda no filme. Durante o começo da cena, o júri é filmado com o ângulo contra-plongée (com sentido de ```contra-mergulho` - quando a câmera está abaixo do nível dos olhos, voltada para cima. Também chamada de ´´câmera baixa´´ ) e quando vai filmar a personagem principal, sendo acusada é usado o àngulo de câmera plongée (palavra francesa que significa ´´mergulho´´ - quando a câmera está acima do nível dos olhos, voltada para baixo. Também chamada de ``câmera alta``.)

Esse artifício de angulação foi usado para mostrar ```superioridade` na hora que o júri está acusado a Joana e, por outro lado, mostra a sua posição de ``indefesa`` com aquilo.

Os planos são abertos quando mostra o local do julgamento e a movimentação da plateia; médio durante as falas e reações (maioria pela quantidade de pessoas e intervenções), e fechado nas falas dela e de quem participa diretamente da conversa.

A entrada da personagem é ao som de correntes com a câmera acompanhando em TRAVELLING (ou TRAV), assim vemos as expressões das pessoas que comentam e, para isso, é usado o plano americano, para cima dos joelhos.

Quando Joana D´Arc fala da fé, e se justifica, o foco nela é fechado, em primeiríssimo plano, com os presentes desfocados ao fundo.

A angulação de câmera frontal é usada para identificar personalidades mas a maioria das falas é com a angulação de câmeras em 3/4 (45º), quase perfil e perfil.

As falas da acusada são gravadas em primeiríssimo plano, angulação de câmera normal quanto à altura, 3/4 quanto à angulação, em plano fechado.

Em um corte que mostra o plano aberto e geral ela aparece ``de nuca`` mostrando oposição. A personagem é apresentada em posição inferior no julgamento e quando ela se levanta, é usado o plano médio, no qual a figura humana é enquadrada por inteiro com espaços sobre e sob a cabeça.

No final é utilizado o zoom para fechar o foco em Joana desfocando os demais presentes, momento em que ela se aproxima da câmera.

Portanto, o trecho mostra vários recursos que reforçam a vulnerabilidade dela no julgamento através das posições de câmera, porém ressalta a importância do conteúdo de sua fala pelo foco. Ela venceu, sobreviveu a esse primeiro julgamento.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

FOTOGRAFIA


Feita no estúdio da Faculdade de Comunicação, o ensaio temático - releitura de foto de aniversário. Tirada em 5 de maio de 2015.
Fotografia de avaliação final nota 100 para a disciplina Fotografia do 5º período de Jornalismo.
O grupo fez a produção, a iluminação e a cenografia. 
Cada aluno fez sua foto individual.
Minha releitura foi de uma foto de aniversário quando meu bolo foi enfeitado com bailarinas e, anos depois, eu realmente me tornei uma bailarina clássica. 
Por isso, na foto que fiz, tem minha sapatilha de ponta.  

Foto que inspirou o ensaio temático




Ensaio temático feito em estúdio

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

Este blog concorreu, logo na sua criação,  numa mostra na FACOM da UFJF quando decidi fazer o curso.

O blog foi selecionado e foi uma alegria muito grande diante da decisão de cursar Jornalismo.


Participei da mostra, expus a ideia e o conteúdo, e fiquei em segundo lugar mas ali aprendi muito, o que permitiu a mudança no visual e na abordagem, como ensinado no fórum.  
Nem era aluna ainda e já participava até competindo.

Foi emocionante receber a mensagem de que meu blog estava entre os que iriam se apresentar.

Amei aprender e participar.






terça-feira, 26 de janeiro de 2016

OPINIÃO

A tolerância revela o mais alto grau de humanidade

Nada há de mais intenso do que conviver. Essa é talvez, a principal meta e o maior desafio da humanidade. Infelizmente não nos diplomamos nessa matéria. Ao contrário, caminhamos a passos bem lentos. Estamos engatinhando.

Durante toda a semana me deparei com inúmeras situações que trouxeram divagações: uma criança chorando no colo da mãe no ônibus lotado; um trocador de ônibus que tinha necessidade de usar um banheiro; uma caixa de supermercado que errou; uma motorista que dirigia corretamente e teve que ensinar ao antigo profissional que em duas pistas ela podia sim passar, mas é claro que a capacidade dela é que foi questionada.

Não raro essas situações ocorrem. É só estar atento para perceber que não adianta falar em religião, colocar postagens lindas em redes sociais, mas na hora de respeitar o outro ser humano, falhar feio na prática.

Me chamou atenção tudo isso depois de ler num folheto de igreja, da qual eu não participo, que 2016 é o ano da misericórdia. Pensei logo, como é bom alguém para lembrar da necessidade de manifestar essa virtude. Pois em cada uma das situações presenciadas acima, só vi nervosismo, impaciência, intolerância e até violência nas palavras.

Quem se atrasa devia ter saído mais cedo, quem está cansado e estressado é que deve cultivar a paciência. O mundo não vai ficar mais calmo nem vai se adaptar a nós. Não adianta descontar em um semelhante uma questão pessoal.

É utópico e arrogante querer que tudo seja como se deseja. Interessante seria buscar soluções. Mas nesses casos ouvi mesmo muita reclamação. Poucos se mostraram solícitos, buscaram informações ou foram ajudar, raros foram aqueles que tentaram compreender as razões de quem também tinha horário, questões e suas necessidades individuais.

Ainda que funcionários, as pessoas não são escravas, servas nem empregados particulares de ninguém Todos tem suas motivações, interesses, deveres, e direitos. Em cada situação existem alternativas de ação: ajudar, atrapalhar, reclamar, oferecer soluções, buscar informações, ficar apático ou indiferente, sair do local, xingar, entre tantas outras.

Porém, cada reação revela mais sobre quem a pratica do que sobre os eventos externos ou os imprevistos que nunca deixarão de surpreender mesmo os mais organizados. Outra linha religiosa oriental, que prega a não ilusão, sugere que nesses casos o indivíduo se questione sobre aquilo que ele pode fazer no momento. Sempre existe algo possível, naquele instante, nas condições presentes. Fazer o melhor, o exequível, revela a possibilidade real do ser.

Portanto, como se portar em cada situação é uma escolha. Vale investir nessa re-ação e escolher o melhor, para o bem de todos, pois como disse muito bem o poeta Mário Quintana, “A arte de viver é simplesmente a arte de conviver... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”.   

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

LEITURA


A leitura de hoje é o artigo: "A importância da gestualidade na comunicação não-verbal" de Valdinei Caes.

Neste artigo o autor traz a definição de comunicação, a noção de ser a gestualidade precondição para uma comunicação efetiva e uma contribuição à redução do ruído, isso somado ao não-verbal.

Ele trata de como o gesto pode substituir, confirmar ou até negar aquilo que a palavra afirma já que o corpo fala por si só. Mas o gesto neste trabalho não é considerado quando é a única forma de expressão como no caso de deficiências, mas como na expressão conjunta de quem usa a palavra também para se expressar.

Para ele, historicamente os gestos vieram primeiro e depois associado à fala, eles caminham juntos. No artigo o gestual é considerado até inconsciente o que pode prejudicar o emissor caso o não-verbal esteja em desarmonia com o que é dito em palavras.

Considera-se a percepção do gestual em grupo como questão de sobrevivência, num primeiro momento, para defesa e depois para perceber socialmente a aceitação social. Assim, era possível se defender e antever a hostilidade ou até mesmo a reação de alguém pelo movimento do corpo ou por sua postura.

O homem evoluiu da linguagem gestual para a fala e, posteriormente, para a escrita, mas não abandonou os elementos não-verbais. Isso porque é através dos gestos que o corpo se expressa compondo a linguagem não-verbal.

O autor conclui na página 13 que “a comunicação é transmissão de uma mensagem de um emissor para um receptor, de modo que ambos entendam da mesma maneira.”

Este embasamento teve a função de qualificar o gesto pois entende-se pelo presente estudo que “é a partir da leitura da significação dos gestos, o que expressam que se denomina da comunicação não-verbal” como ele afirma na página 14.

Com isso, Valdinei Caes conclui que “A comunicação do corpo é constituída por mensagens que atuam sobre a sensibilidade do receptor, anunciando ou denunciando o que ele realmente pensa.” E, assim, faz-se necessária a harmonia entre o verbal e o não-verbal para a clareza da mensagem e a eficiência da compreensão pelo receptor.



Disponível em: Revista Eletrônica Opet

domingo, 24 de janeiro de 2016

TÉCNICA DE ÁUDIO E LOCUÇÃO

O primeiro contato com a Rádio Universitária da UFJF foi no 3º peŕiodo da Faculdade de Jornalismo na Disciplina Técnica em Rádio com o professor Kléber Ramos de Queiroz.

Desenvolvemos um programa de rádio semanal temático sobre cultura, o "Descarga Cultural".

Os alunos se revezavam e a cada semana havia troca de função. Nele as atividades desenvolvidas, em grupo, foram:

Programa do dia 09/08/13 - Função: apresentação
  • Gravação de abertura, vinhetas, quadros, efeitos;
  • Pesquisa de conteúdo; 
  • Produção musical; 
  • Comentarista;

  • Criação de roteiro;
  • Apresentação do programa;
  • Edição;


  • Designação de um produtor para gerenciar a execução do roteiro;

  • Participação externa por telefone; 
  • Preparação de entrevista gravada (sonora);
  • Treino de Flash.

sábado, 23 de janeiro de 2016

CERIMONIAL E EVENTOS

Recepção de convidados em eventos

Hoje é no Baile de Formatura do curso de Pedagogia da Facsum, em Juiz de Fora.



PLANTÃO

Acidente na Avenida Rio Branco
Acidente envolvendo carro da polícia pára o trânsito perto do Mergulhão, em Juiz de Fora.
O choque entre os veículos ocorreu por volta de 17:30h, na tarde de sábado.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

AUDIOVISUAL

O primeiro contato com o Audiovisual na Faculdade de Jornalismo da UFJF foi no 3º período, na disciplina, técnica em TV.
Fizemos em grupo esse curta em ficção,  nota 100.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

FOTOGRAFIA



Em 09/03/2015 participei com algumas fotografias da Exposição colaborativa do Dia Internacional da Mulher promovida pelo Diretório Acadêmico Wladimir Herzog da Faculdade de Jornalismo da UFJF.
A iniciativa foi bem interessante pois abriu espaço para a discussão sobre o espaço da mulher na sociedade, através do Debate, ao mesmo tempo em que deu a oportunidade para a exposição de trabalhos feitos por mulheres. Foi muito bom participar e contribuir.




Minhas fotografias na Exposição
 




quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

PESQUISA


SENSUS: Discursos em Comunicação e Saúde


O texto da leitura de hoje, no grupo de pesquisa SENSUS, foi: o capítulo 2 de "A parte obscura de nós mesmos: Uma história dos perversos", da Elisabeth Roudinesco.

“Sade para e contra si mesmo” foi o capítulo estudado. Foi discutido que perversão é sinônimo de gozo com o sofrimento e a dor do outro.

E por trás de cada discurso de punição, flagelo, penitência existem discursos morais religiosos que foram posteriormente incorporados ao discurso médico e também ao discurso psiquiátrico.

Levantei questões atuais como trote em aprovação de vestibulares e quando no ingresso em carreiras militares que perpetuam um lado mau naquilo que é bom, algo aceito como parte do processo. Algo que ainda persiste.

Em tudo há esse discurso. Como também na troca pela penitência, uma expiação, e autopunição anterior que ao ser aplicada a si próprio “salva” pela pena aplicada ao corpo.

Foi analisado e discutido como estão implícitos vários discursos que embasam cada época.

Esse foi o início de nosso estudo.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

OPINIÃO


Luta é esporte; MMA é indústria cultural

Desde os primórdios da humanidade, ainda vivendo de modo tribal, os seres humanos aprenderam por necessidade a se defender e a protegerem sua prole. 

Texto Argumentativo: nota 100
Daí houve o aprimoramento gradual em técnicas de defesa e luta que se diferenciaram em modalidades de artes marciais milenares e suas derivadas, mais atuais.

A base das artes marciais está na formação do indivíduo, que deve respeitar hierarquia, ter disciplina, dedicação aos treinos, aprimoramento técnico, corpo ágil e ativo. O foco não são os combates, tanto que só tem luta nos últimos 15 minutos de aula. Todos os treinos têm proteção e, até competir, o atleta forma o corpo e o “caráter” por anos. É raro ver atletas machucados pois quem aprende a atacar, aprende também a se defender. As lições são também de ética, convívio e respeito ao adversário.

Então, como explicar dopping, mortes em competições, agressividade exagerada? Isso não faz parte de nenhum treino. Isso é incitado por um mercado de lutas, o MMA, que vende produtos, promove atletas, e oferece a eles a oportunidade de viverem disso em locais onde não há incentivo aos esportes para estes profissionais.

Para esses eventos venderem mais e movimentarem bolsas de valores, e publicidade internacional, tornou-se necessário instigar a competição e o público pela agressividade, rivalidade e até por modalidade praticada. Mas não é raro ver os lutadores serem parceiros fora das competições.

Para a publicidade de luta emplacar, a aparência de rivalidade e de agressividade impera. Mas, como em todo negócio, não passa de representação que financia esse mercado.

Os atletas que se sujeitam a participar desses eventos são atores pressionados pela indústria cultural em busca de reconhecimento e trabalhar profissionalmente com arte marcial.

Mas não são todos. As artes marciais separadas não treinam para o MMA. Elas têm seus próprios campeonatos baseados em pontuação em que os atletas usam proteção e vencem pela técnica. Vencer uma luta não é ferir ou matar. É saber usar o corpo, o ponto do adversário que erra e o melhor modo de vencer. O golpe não é a finalidade, a pontuação por saber usar bem a técnica, sim. Ele representa o que o atleta sabe, assim como a prova avalia o aluno quanto ao que ele aprendeu.

Portanto, os princípios das artes marciais não são os mesmos dos grandes eventos de luta. Mas, estes precisam de lutadores, sem incentivo e/ou patrocínio, que se sujeitem às regras deles para se sustentarem como lutadores. Isso gera mortes, exageros, rivalidades.

Contudo, apesar de todo excesso industrial, nada é capaz de modificar a importância da luta como esporte formador de atletas.

Texto criado na Disciplina de Jornalismo Esportivo em 31/03/2015 com nota 100.

Assista também A luta do século e JF FIGTH.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

LEITURA


A leitura de hoje é um artigo publicado na Revista Observatório Itaú Cultural ed. 18 de 2015.

Com o título “No século XXI, somos latino-americanos ou não seremos nada” Eric Nepomuceno propõe que a América latina vive uma etapa de transformação, resgate e recuperação. Ele traça um panorama da produção cultural na região desde os tempos de ditadura. Considera também o contexto histórico que alimenta rivalidade, distanciamento e separação, relacionando-os à colonização diferenciada e aos interesses de grandes potências como Inglaterra e Estados Unidos.

Capa da Revista
O autor considera que muito ainda falta ao povo, à cultura, mas muito se produz de conteúdo autêntico e original nessa região. Ele atribui a diferença de colonização portuguesa, no caso do Brasil, e espanhola, nos outros países, como causa para o alheamento brasileiro quanto à latinidade. Como cita na página 22: “É como se, nas origens, tivéssemos duas Américas, a hispânica e a lusitana, condenadas a viver de costas uma para a outra. ”

Por ser uma região rica e explorada, a união dessas nações nunca foi desejada por Inglaterra e Estados Unidos que obviamente se beneficiaram com a ausência de parceria pois unidos esses Estados seriam fortes e independentes. A rivalidade sim era alimentada.

Mas ele vê positivamente o panorama atual entre essas nações e sugere que a integração se dará por meio das artes e da cultura, ao expressar individualidades e semelhanças na América latina.

O autor clama aos brasileiros que quebrem o isolamento reconhecendo quem somos de fato, saindo de vez da visão criada anteriormente que não revela a realidade do que somos. A integração latino-americana se dará, assim, pela cultura real e atual, pelo reconhecimento da latinidade que foi fragmentada por uma colonização diversificada mas não condizente com nossas realidades e nem com nossas necessidades de trocas e aprofundamento atuais.

Isso fica claro no trecho da página 20 que diz “Assim vamos trilhando o século XXI, este novo tempo. É dever de cada um de nós ter essa dupla consciência: o que se avançou e o que falta. E ter a clareza e a consciência plena de que não nos resta alternativa: ou seremos latino-americanos ou não seremos nada. É mais do que hora de buscarmos no espelho do tempo a nossa própria face, e não aquela que nos tentam impingir há seculos.” e, ainda segundo Eric Nepomuceno, o contrário disso seria negar a própria identidade e alimentar a solidão.

Neste artigo profundo o autor estabelece o contexto histórico em que os vínculos e as relações entre os países latino-americanos ocorreu permitindo a compreensão das dificuldades atuais, ainda presentes, e os avanços alcançados; considerando que o momento é de integração, visto que, diante da enorme velocidade de troca de informações, é fundamental conhecer nossos vizinhos pois somos todos próximos no mundo globalizado.